Entre as principais apostas para a temporada, o trabalho feito à mão ganha grande destaque por meio de tramas, texturas marcantes e acabamentos de valor artesanal
BIJOIAS
Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP
Moda, beleza, mercado de luxo, decoração e coisas especiais!
A Avon celebra 140 anos de história com uma novidade especial para quem ama o universo da beleza: o retorno do Prêmio Avon de Maquiagem. Conhecida como o Oscar da Maquiagem, a premiação marcou gerações de profissionais e agora se prepara para escrever um novo capítulo no mercado brasileiro
Com o conceito “Make que faz história”, o prêmio retorna em um formato inédito, com forte presença digital e uma proposta alinhada às novas gerações de maquiadores e criadores de conteúdo. A iniciativa busca reconhecer talentos, valorizar a criatividade e ampliar as oportunidades para profissionais que transformam a maquiagem em arte, expressão e carreira. As inscrições e os detalhes da nova edição serão divulgados nas próximas semanas nas redes sociais da Avon.
A novidade também acompanha o novo posicionamento da marca como Femtech, que combina ciência, tecnologia e atenção às necessidades das mulheres. “A volta do Prêmio Avon de Maquiagem traduz esse mesmo espírito: usar nossa relevância e capilaridade para abrir caminhos, reconhecer talentos e dar projeção a uma nova geração de profissionais da beleza”, afirma Cecília Ribeiro, diretora de Negócios e Marca Avon América Latina.
Ao longo de seus 140 anos, a Avon construiu uma trajetória marcada pela democratização da beleza, pelo incentivo à autonomia financeira feminina e por inovações em maquiagem e cuidados com a pele. Agora, ao resgatar uma das premiações mais conhecidas do setor, a marca celebra seu legado e abre espaço para novos nomes que prometem fazer história no universo da maquiagem.
Quem ama maquiagem e o universo de Alice no País das Maravilhas já tem um passeio para colocar na agenda. De 24 a 27 de setembro, a Avon apresenta a Casa de Alice, no Shopping Center Norte, em São Paulo. A experiência convida o público a mergulhar no imaginário da personagem e escolher entre a curiosidade de Alice e a força da Rainha de Copas
Inspirada na tendência newstalgia, a coleção de edição limitada transforma personagens e elementos da história em produtos de maquiagem, perfumaria e Casa & Estilo. Na Casa de Alice, os visitantes poderão conhecer os lançamentos, participar de games e receber brindes.
Entre os destaques está a paleta multifuncional em formato de livro, com 12 tons de sombras, contornos e blushes. A coleção também traz glosses enriquecidos com ácido hialurônico e vitamina E, iluminadores inspirados na Lagarta e no Coelho Branco, Body Splash Labirinto Encantado e quatro opções de esmaltes com tecnologia True Color e secagem em até 60 segundos.
O universo de Alice também chega à casa com chaleira, xícaras, pratos, tigelas, copos e panos de prato inspirados nos personagens da história. As peças são de edição limitada e combinam o clima lúdico da coleção com itens para o dia a dia.
Para entrar no clima também pelo digital, o cupom ALICE10 oferece 10% de desconto no site da Avon entre 16 de setembro e 7 de outubro. A coleção está disponível ainda com as Consultoras de Beleza Avon, na Shopee, TikTok Shop e no aplicativo da marca.
Serviço
Casa de Alice Avon
Local: Shopping Center Norte
Travessa Casalbuono, 120, Vila Guilherme, São Paulo, SP. Acesso também pela Avenida Otto Baumgart.
De 24 a 26 de setembro, das 11h às 21h. 27 de setembro, das 14h às 20h.
Cupom: ALICE10, com 10% de desconto no site da Avon, válido de 16 de setembro a 7 de outubro.
Evento: XXVII Congresso Internacional de Nutrição Funcional
Tema: O Movimento Global pela Nutrição
Data: 16 a 19 de setembro de 2026 - das das 8h às 19h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo/SP
Rua Frei Caneca, 569 – Consolação – São Paulo/SP
www.congressovp.com
Programação dos congressos do Brasil e da Colômbia: https://congressovp.com/programacao-vp.html
Paolla Oliveira, 43, mantém uma rotina de exercícios mesmo com a agenda profissional movimentada e chama atenção pelo físico definido. Mas, além da aparência, seu treino traz uma reflexão para quem frequenta a academia: será que é preciso aumentar cada vez mais o peso para ganhar músculos?
Segundo Fábio Aquino, especialista em Fisiologia do Exercício e CEO da Fisiotrainers, não. A carga é apenas uma das variáveis envolvidas na hipertrofia. Mais importante é garantir que o músculo seja realmente estimulado, com boa execução, volume adequado, esforço e recuperação.
“Ganhar músculos depende da combinação de estímulo adequado, execução, volume de treinamento, esforço, recuperação, alimentação e individualização. Foi exatamente isso que aplicamos com a Paolla: focar no estímulo do músculo e não no peso da barra”, explica.
Mais peso não significa necessariamente mais resultado. Se o aumento da carga faz a pessoa perder amplitude, alterar a postura ou utilizar outros músculos para completar o movimento, o exercício pode deixar de ser eficiente.
“Colocar mais peso na barra é muito fácil. O difícil é fazer esse músculo trabalhar mais. Se para aumentar a carga eu diminuo a amplitude, aquele peso maior não representa um estímulo melhor”, afirma Aquino.
Isso não significa que Paolla treine leve. De acordo com o especialista, a proposta é trabalhar com intensidade, mas mantendo controle sobre os movimentos. A evolução também pode acontecer por meio do aumento de repetições, melhora da amplitude e aperfeiçoamento da execução, além da progressão de carga quando ela fizer sentido.
Outro ponto importante é que força e hipertrofia não são sinônimos. Uma pessoa pode aumentar bastante sua força por adaptações neuromusculares sem necessariamente ganhar a mesma proporção de massa muscular.
Para Aquino, portanto, o melhor treino não é aquele em que se levanta mais peso, mas aquele em que o exercício é executado corretamente e proporciona o estímulo necessário para o músculo evoluir.
Larissa Manoela surpreendeu os seguidores ao apresentar uma nova mudança no visual e brincar com a ideia de estar vivendo sua “bad hair era”, expressão usada pela atriz nas redes sociais para definir, de maneira bem-humorada, sua nova fase capilar. Apesar do nome, o resultado passa longe de qualquer “cabelo ruim”. A principal transformação está na franja, que ganhou um desenho mais curto, levemente desfiado e com laterais alongadas
Para Mari Borges, visagista e terapeuta capilar, a escolha da atriz funciona justamente por equilibrar referências do passado com elementos atuais. Segundo a especialista, o formato da franja ajuda a diminuir visualmente a região da testa e direciona o olhar para os olhos, que passam a ganhar ainda mais destaque.
“As laterais mais compridas acompanham as maçãs do rosto e criam uma moldura suave, trazendo equilíbrio e delicadeza sem deixar o rosto excessivamente arredondado”, explica Mari. Para ela, o desenho escolhido por Larissa também contribui para preservar a leveza da expressão, já que não se trata de uma franja reta, muito cheia ou pesada.
Outro aspecto interessante da mudança é a relação com a imagem construída pela atriz ao longo dos anos. A franja traz uma referência aos visuais mais jovens de Larissa, mas sem reproduzir exatamente aquela estética. A nova versão incorpora movimento e acabamento mais sofisticado, mostrando como uma mesma característica pode ganhar outra leitura conforme o corte, a textura e a maneira de usar o cabelo.
A transformação também reforça uma tendência que vem ganhando espaço entre quem deseja mudar o visual sem recorrer a alterações muito radicais. Em vez de reduzir significativamente o comprimento ou apostar em uma nova cor, a mudança pode ser concentrada na parte frontal dos fios, criando uma nova moldura para o rosto e alterando de maneira significativa a percepção da aparência.
“É exatamente isso que uma franja bem escolhida pode fazer: mudar completamente a leitura do rosto sem precisar alterar o comprimento do cabelo”, afirma Mari Borges. Para a especialista, o segredo está em considerar características individuais, como formato do rosto, textura dos fios e estilo pessoal, para encontrar um desenho que valorize a aparência sem comprometer a naturalidade.
No caso de Larissa Manoela, a escolha mostra que uma referência associada à juventude pode ser atualizada e ganhar uma proposta mais madura. A chamada “bad hair era” pode até ter começado como uma brincadeira nas redes sociais, mas o resultado da transformação revela justamente o contrário: uma franja bem planejada pode ser o detalhe responsável por renovar completamente um visual.
A reabertura da Hermès no Brasil, marcada para domingo, 23 de agosto de 2026, em um novo espaço no VillageMall, no Rio de Janeiro, chama atenção para um movimento que vai além da abertura de uma loja. Em um mercado cada vez mais digital, as grandes marcas de luxo continuam atribuindo ao espaço físico um papel estratégico na construção de desejo, experiência e narrativa
O novo endereço foi concebido em diálogo com a paisagem tropical brasileira e reúne os 16 métiers da Hermès. Mais do que reproduzir uma identidade internacional, a proposta estabelece uma relação entre a herança da Maison e o território em que está inserida. Para Tamara Lorenzoni, estrategista de marcas com atuação internacional e especialista em mercado de luxo, esse tipo de movimento revela uma mudança importante na maneira como as grandes casas constroem sua presença.
“Uma marca de luxo não precisa estar em muitos lugares para ser percebida. Presença é a capacidade de se fazer notar sem precisar gritar. Quando a escolha do espaço, a arquitetura, o atendimento, a curadoria e o produto obedecem à mesma narrativa, aquele endereço deixa de ser apenas um ponto comercial e passa a fazer parte do universo da marca”, afirma Tamara.
A digitalização transformou a maneira de descobrir e comprar produtos de luxo. Hoje, um consumidor pode conhecer uma coleção, acompanhar uma campanha e pesquisar determinado produto sem jamais entrar em uma loja. Para Tamara, justamente por isso o espaço físico ganhou outra função e passou a oferecer uma experiência que não pode ser totalmente reproduzida no ambiente digital.
“Quanto mais informação existe no digital, mais valor existe naquilo que não pode ser simplesmente reproduzido em uma tela. O espaço físico permite uma imersão sensível. Existe o toque, a matéria, a arquitetura, o silêncio, o atendimento, o tempo dedicado à escolha. Tudo isso participa da construção do desejo”, explica a estrategista.
Essa mudança também transforma o papel da loja. Ela deixa de ser apenas o lugar em que acontece a transação e passa a funcionar como uma extensão da narrativa da marca. No mercado de luxo, cada elemento da experiência pode contribuir para transmitir os valores e os códigos que foram construídos ao longo da história de uma Maison.
“A história de uma Maison não começa quando o consumidor vê o produto. Ela começa muito antes: na arquitetura, nos códigos visuais, na forma como ele é recebido e até na maneira como os objetos são apresentados. A narrativa antecede o produto”, afirma Tamara.
A movimentação da Hermès também evidencia outro elemento fundamental do mercado de luxo: a capacidade de preservar uma identidade sem deixar de dialogar com o presente. A Maison carrega uma história construída ao longo de gerações, mas a nova unidade brasileira incorpora referências do território em que está inserida, criando uma conexão entre a identidade global e a cultura local.
Para Tamara, essa combinação é essencial para uma marca que deseja construir permanência. A relação com o território não precisa significar uma descaracterização da marca, mas pode contribuir para criar uma experiência mais relevante para o público daquele mercado.
“Uma marca global não precisa abandonar sua identidade para criar pertencimento local. O desafio está justamente em reconhecer a cultura e o ambiente ao redor sem perder a sua singularidade”, destaca.
A reabertura acontece ainda em um momento em que o próprio consumidor de luxo está mais seletivo. Depois de anos de forte aumento de preços, o valor percebido passou a ser analisado com mais atenção, tornando aspectos como qualidade, exclusividade, experiência e coerência da marca ainda mais importantes na decisão de compra.
“O luxo não precisa explicar o tempo inteiro por que é luxo. Ele se revela nos detalhes. Na excelência do acabamento, na escolha dos materiais, no atendimento, na coerência estética e naquilo que permanece mesmo quando a novidade desaparece”, afirma Tamara.
A seleção do que entra em uma loja, da maneira como os produtos são apresentados e até do que permanece fora dela também participa dessa construção. Essa lógica ganha relevância em um ambiente de abundância, no qual o consumidor tem acesso praticamente ilimitado a produtos, referências e informações.
“O luxo nasce justamente no contraponto da abundância. Quando tudo está disponível o tempo inteiro, aquilo que exige tempo, conhecimento, origem, artesania e escolha ganha outro valor”, explica a especialista.
Para Tamara, portanto, a permanência das lojas físicas no mercado de luxo não representa uma resistência ao digital. Os dois universos passam a funcionar de maneira complementar, com diferentes papéis na jornada do consumidor. Enquanto o ambiente digital amplia o acesso à informação, o espaço físico oferece uma experiência sensorial e emocional capaz de aprofundar a relação com a marca.
Nesse contexto, a presença da Hermès no Brasil passa a ser menos uma questão de quantidade e mais de coerência. A escolha do endereço, a arquitetura, a experiência de atendimento, a curadoria dos produtos e a conexão com o território fazem parte de uma mesma estratégia: transformar a loja em uma manifestação concreta do universo da marca e, ao mesmo tempo, reforçar o valor da experiência em um mercado no qual o desejo continua sendo um dos principais ativos.
A primeira edição brasileira da Real Leather. Stay Different. (RLSD) já está na etapa de votação popular. O público pode escolher seus projetos favoritos no People’s Choice Award, categoria que reúne trabalhos desenvolvidos por estudantes brasileiros de moda e design. A votação permanece aberta até 18 de agosto.
Com a proposta de estimular a criatividade, a sustentabilidade e a valorização de materiais naturais por meio do design autoral, a competição selecionou projetos nas categorias vestuário, calçados e acessórios. Para participar, os trabalhos deveriam ser desenvolvidos com pelo menos 50% de couro.
Os projetos finalistas foram avaliados por um júri formado por profissionais de diferentes áreas do universo da moda e do design. Entre os jurados estão Patrícia Carta, diretora editorial da Harper’s Bazaar Brasil; Renatta Gomes, empresária especializada em moda de couro; Marnei Carminatti, designer e especialista em desenvolvimento de produtos; e os irmãos Caio e Victoria Nakane, fundadores da Viga.
Agora, os finalistas passam também pela avaliação do público. O projeto que receber o maior número de votos será reconhecido com o People’s Choice Award durante a cerimônia de premiação, que reunirá jurados e finalistas no dia 19 de agosto, em São Paulo.
A iniciativa faz parte da Real Leather. Stay Different. International Student Design Competition, competição internacional voltada a estudantes que exploram novas possibilidades para o couro por meio da criatividade e do design. No Brasil, a ação conta com apoio institucional do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB).
A votação está disponível até 18 de agosto. Para conhecer os projetos finalistas e escolher o favorito, acesse:
https://beacons.ai/realleatherstaydifferentbrazil
A Real Leather. Stay Different. International Student Design Competition é uma competição global voltada a estudantes de moda e design que valorizam a individualidade, a criatividade consciente e a exploração de materiais naturais. A iniciativa busca estimular novos talentos a explorar a beleza, a versatilidade e as possibilidades do couro no desenvolvimento de produtos autorais.
A competição é promovida pelo Leather and Hide Council of America (LHCA), organização sem fins lucrativos que representa a indústria de couros e peles dos Estados Unidos. No Brasil, a iniciativa conta com o apoio institucional do CICB, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil.
www.chooserealleather.com | https://www.instagram.com/chooserealleather_brazil
Na CASACOR São Paulo 2026, os jardins assumem um papel de destaque e traduzem o tema da mostra, "Mente e Coração", por meio da vegetação, da água, da arte e de experiências sensoriais. Mais do que complementar a arquitetura, os espaços convidam o visitante a desacelerar, respirar e se reconectar com a natureza
Logo na entrada, o Jardim Respiro, assinado por Ana Lui e Karen Marini, reúne espécies brasileiras pouco conhecidas, um espelho d'água, uma escultura e um meliponário com abelhas sem ferrão, valorizando a biodiversidade e a preservação ambiental.
A flora nacional também é protagonista em Conhecer para Preservar, de Pam Faccin Arquitetura Paisagística, que transforma a Mata Atlântica em uma experiência de educação ambiental por meio de vegetação nativa e do Túnel da Biodiversidade.
Já Da Terra ao Solo, de Maria Fernanda Marques Paisagismo, propõe um percurso contemplativo que integra paisagem, arte e memória, enquanto o Jardim Ikigai, de Vitor Kodama, inspira momentos de introspecção a partir do conceito japonês que representa o propósito de vida.
O bem-estar também guia o Jardim Onde a Mente Pousa, de Bia Abreu Paisagismo, que reúne spa, academia ao ar livre, jardins sensoriais e espaços voltados ao relaxamento. Na mesma linha, o Refúgio Fleury, de Denis Bessa, aposta em espécies nativas, plantas aromáticas e áreas de contemplação para proporcionar uma pausa em meio ao circuito da mostra.
Entre Folhas, de Pedro Rabelais Paisagismo, combina exuberância e sustentabilidade com práticas como o reaproveitamento das plantas e o uso de água de reuso. Já Clareira na Mata, de Alexandre Galhego Paisagismo, preserva uma figueira centenária e cria um ambiente de convivência cercado por mais de 4.500 mudas.
Além da diversidade de estilos, todos os jardins compartilham um compromisso com a sustentabilidade, priorizando espécies nativas, preservação do solo, pisos drenantes e reaproveitamento da vegetação após o encerramento da mostra.
A CASACOR São Paulo 2026 acontece até 9 de agosto, no Parque da Água Branca. Os ingressos estão disponíveis pela bilheteria online, pelo aplicativo oficial da CASACOR e também na entrada do evento.
Mais informações: www.casacor.com.br
Por Vitor Genaro
Para muitas empresas, o debate ainda está preso à implementação de sistemas ou automação de processos. Isso é importante, mas insuficiente. O novo ciclo exige uma visão mais ampla: tecnologia como motor de crescimento, dados como inteligência de negócio e IA como ferramenta prática de rentabilidade e experiência. Marcas que entenderem esse movimento sairão na frente. As que insistirem em modelos antigos tendem a perder margem, conexão com o consumidor e participação de mercado.
*Vitor Genaro é head da vertical Fashion da Ábaco Consulting, boutique consultiva de negócios focada em gestão e parceira da SAP. Com mais de 15 anos de experiência no ecossistema de consultoria SAP e MBA Executivo em Liderança e Gestão pela USP/Esalq, atua conectando estratégia, inovação e entrega de ponta a ponta para a indústria de vestuário e calçados.
A contagem regressiva para uma das principais vitrines de semijoias e acessórios da América Latina já começou. Entre os dias 10 e 12 de agosto, o Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, recebe a 109ª edição da Bijoias, que chega inspirada no tema Odisseia e promete reunir as principais novidades da temporada Primavera-Verão 2026
Mais do que uma feira de negócios, o evento se consolida como um espaço para inspiração, networking e atualização profissional, reunindo marcas, designers, lojistas e compradores em busca das tendências que irão movimentar o mercado nos próximos meses.
Com uma curadoria voltada para inovação, criatividade e potencial comercial, a Bijoias antecipa lançamentos e apresenta coleções que refletem o comportamento do consumidor, oferecendo aos visitantes uma visão estratégica sobre o futuro do setor.
Segundo Vera Masi, fundadora da Bijoias, a proposta desta edição é estimular um olhar mais amplo sobre o mercado. "Queremos proporcionar uma experiência que vá além da exposição de produtos, criando um ambiente onde as pessoas possam se conectar, encontrar inspiração e gerar novos negócios. Nesta edição, convidamos os participantes a enxergar novos caminhos e oportunidades para suas marcas."
Ao longo de mais de cem edições, a feira tornou-se referência para quem busca fortalecer o relacionamento com fornecedores, descobrir novos talentos e acompanhar a evolução do segmento. O conceito Odisseia reforça justamente essa ideia de movimento, transformação e descoberta, incentivando os empreendedores a explorarem novas possibilidades para seus negócios.
Além de apresentar as principais apostas para a Primavera-Verão 2026, a Bijoias também impulsiona o desenvolvimento do setor ao aproximar empresas em diferentes estágios de crescimento, fortalecendo parcerias e ampliando oportunidades comerciais.
Para quem trabalha com moda, acessórios, semijoias ou varejo, a feira representa uma excelente oportunidade para renovar o portfólio, identificar tendências e ampliar a rede de contatos.
Serviço
109ª Bijoias Odisseia
Data: 10 a 12 de agosto de 2026
Horário: das 9h às 18h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569, Bela Vista, São Paulo
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O burgundy se consolida como uma das principais tendências da moda outono-inverno 2026. Inspirada nos tons profundos dos vinhos produzidos na região francesa da Borgonha, a cor vem ocupando espaço nas passarelas, no street style e nas coleções de diversas marcas, especialmente nos calçados
A tonalidade aparece em diferentes propostas, acompanhando uma das estéticas mais presentes da temporada: a releitura contemporânea do estilo colegial. Mocassins, slingbacks, sapatilhas e botas ganham novas interpretações na cor, que se adapta tanto a produções minimalistas quanto a combinações mais marcantes.
Na coleção de outono-inverno 2026 da PICCADILLY, o burgundy aparece em superfícies envernizadas, acabamentos acetinados e materiais de toque macio, valorizando diferentes modelos e propostas de uso.
Entre os modelos que acompanham a tendência estão os loafers que reforçam a retomada de clássicos do guarda-roupa feminino, agora revisitados sob uma perspectiva contemporânea.
Já os slingbacks dialogam com a valorização de referências retrô, combinando elementos tradicionais com detalhes atuais.
Versátil e fácil de combinar, o burgundy se destaca por funcionar em diferentes ocasiões e estilos. Seja em produções com alfaiataria, jeans, vestidos ou propostas monocromáticas, a tonalidade confirma sua posição como uma das apostas mais relevantes da estação.