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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Vendas do Dia das Mães caem pelo terceiro ano‏

Conforme levantamento que acaba de ser divulgado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o volume de vendas parceladas na semana anterior ao último domingo antes do Dia das Mães (de 1 a 7 de maio) caiu 16,40% em relação ao mesmo período do ano passado

O Dia das Mães é a data mais importante para o varejo no primeiro semestre e no ano inteiro fica apenas atrás do Natal em volume de vendas e faturamento. Com a importância que a data representa para o comércio, o resultado negativo deve funcionar como uma prévia para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2016. “A forte queda no volume de vendas deste ano é reflexo da crise econômica pela qual o Brasil passa, com inflação elevada, altas taxas de juros, aumento do desemprego e o crédito restrito”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

“Esses fatores têm como consequência imediata a menor disponibilidade de renda das famílias para o consumo e a diminuição da disposição para compras parceladas que geram um comprometimento futuro da renda”, explica ela.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Brasileiros se dividem sobre gastos no reveillon

Comprar ou não uma roupa nova para passar a virada do ano¿ levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que metade dos consumidores (50,5%) pretende comprar roupas, calçados e/ou acessórios para usar na passagem de ano

Os gastos com essas compras e também com as comemorações serão, em média, de R$ 293,56.

De acordo com a pesquisa, seis em cada dez brasileiros (64,6%) ainda não sabem ou não definiram quanto vão gastar. Para o educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli, o alto percentual de indecisos se deve, em parte, à incerteza quanto ao cenário macroeconômico e aos limites do próprio orçamento. "Muitas pessoas ainda têm compromissos financeiros a cumprir, o que faz com que deixem para decidir mais tarde o quanto poderão gastar", diz.

Os dados mostram também que no Ano Novo diminui de forma significativa o percentual de entrevistados que irão comemorar em casa ou em casa de parentes (40,4%), se comparado ao Natal (67,0%). "Embora estas ainda sejam as opções mais citadas, outras formas de comemoração de Ano Novo também se destacaram, como casas de amigos, viagens e festas em estabelecimentos comerciais", avalia Vignoli. 21,7% dos entrevistados ainda não se decidiram.