A empresa lançou em
São Paulo o movimento #feitonobrasil, em parceria com a consultora de moda
Renata Abranchs. O projeto, tem o objetivo de resgatar o orgulho e incentivo à
produção e viralizar o debate sobre o que é feito no Brasil
O lançamento ocorreu
ontem no espaço Itaú de Cinema e contou com a presença de Roberto Davidowicz,
presidente da Associação Brasileira dos Estilistas (Abest); Fernando Pimentel,
presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT);
Rony Meisler, da Reserva, e Ronaldo Fraga.
O lançamento do
#feitonobrasil aconteceu durante o 2º Encontro de Moda SP, criado pela
consultora Renata Abranchs e realizado pela Rhodia. São três anos de parceria.
"É uma satisfação enorme fazer parte do Encontro de Moda, em especial hoje
que lançamos o #feitonobrasil. Com 95 anos no Brasil, a Rhodia se orgulha de
produzir no país e principalmente desenvolver inovação para a industrial
têxtil", destacou Renato Boaventura, diretor da Rhodia Fibras durante a
abertura do evento.
O presidente da
ABIT, Fernando Pimentel, destacou que a indústria brasileira é a quarta do
mundo e que ainda há muito espaço para crescer. "Mesmo com um cenário
econômico desfavorável, eu acredito na nossa indústria, ela tem um futuro
promissor se as empresas trabalharem com afinco".
Para o estilista
Ronaldo Fraga, o povo brasileiro melhorou a autoestima nos últimos 10 anos, mas
ainda tem um longo caminho a percorrer. "A produção brasileira de moda é
um espelho da cultura nacional, é muito importante mudar o olhar e reconhecer
todo o talento. Em viagens para o exterior, sinto que o país é mais valorizado
lá fora".
A ideia de realizar
o #feitonobrasil é começar um movimento de conscientização e união de toda a
cadeia produtiva. A produção local é vital para a sobrevivência da moda
brasileira, mas requer colaboração de todos para se tornar maior e motivo de
orgulho. "Acreditamos em uma moda brasileira, autêntica e possível,
pensando em toda a cadeia com design, tecnologia, modos de produção e
qualificação de pessoas. O debate de ideias é capaz de promover mudanças
significativas, criar novas soluções e aproximar a indústria", destacou
Renato Boaventura.